Na Grécia antiga os filósofos gregos já falavam em sete diferentes tipos de amor:
1. Ágape
Amor perfeito e incondicional de Deus. E o sentido universal do amor que todos nós aspiramos a sentir;
2. Eros
Amor romântico da relação íntima entre pessoas. Caracterizado pelo romance, paixão e desejo;
3. Philia
Amor fraternal entre pessoas;
4. Storge
O amor familiar;
5. Philautia
Diz respeito ao amor próprio, que pode ser positivo ou negativo;
6. Pragma
Onde o romance e a atração são separados em favor de metas compartilhadas e compatibilidades (casais que se formaram a partir de um casamento arranjado ou aliança política);
7. Ludus
É o amor lúdico ou descompromissado.
Atualmente, assim como na inquisição a presença de outro tipo de amor, o amor de Deus excludente. Não recebeu um nome exato, talvez porque depois da Grécia antiga nenhum filósofo fez questão de pensar nesse amor hipócrita. Dos homens e não de Deus.
Deus sempre falou no amor e nunca na exclusão!
O Brasil é o país que mais tem cristãos no mundo. E também, o país que mais mata homossexuais. Estes que são excluídos da casa do pai. O lugar que deveria ser o primeiro a acolher e não julgar. Afinal, somos todos pecadores, inclusive os membros da igreja, desde os frequentadores ao pontífice.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2023 o Brasil registrou 257 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ e segue como país mais homotransfóbico do mundo
Pelo menos 22 profissões diferentes foram identificadas entre as vítimas gays. Dentre elas:
11 professores
5 empresários
3 médicos
3 dentistas
2 pais de santo
1 padre (até os próprios padres não escapam, lugar inclusive de refúgio de muitos gay para se esconderem da família por não poder se casar)
Quanto às trans, sete ocupações foram registradas: 18 profissionais do sexo, 3comerciantes, 3 cabeleireiras, duas enfermeiras, uma garçonete.
Imagine se a igreja fosse acolhedora, como deveria ser a casa do pai. Quantos jovens deixariam de ir para as drogas, ou deixariam de cometer suicídio?!
Quantos assassinatos a menos por homofobia?!
Mas, passaram-se oito séculos e ainda vivemos a inquisição. A inquisição contemporânea. Onde continua-se a julgar, perseguir, condenar e executar. Pelas “tabelas” talvez, mas não deixa der ser a inquisição dos tempos atuais. Onde a igreja continua a matar em nome de Deus.