Conteúdo para maiores de 18 anos Conto Hétero
O tatuado e a mulher casada chifrando o marido na praia: Ao Entardecer, ele fez endurecer, ela enlouqucer
Para maiores de 18 anos
06/10/2025 00h03 Atualizada há 10 meses
Por: Jornalismo

O sol descia lentamente no horizonte, tingindo o céu de tons dourados e laranja queimado. A praia estava tranquila, com poucos banhistas ainda estirados nas cangas, aproveitando os últimos respiros do dia. Helena caminhava sozinha pela areia úmida, os pés descalços sentindo a temperatura morna do chão. Precisava de um tempo. Um espaço só dela.

O casamento já não tinha o mesmo brilho de antes. O marido estava no hotel, ocupado demais com o celular, como sempre. Ela disse que queria caminhar. Ele nem respondeu.

Foi então que ela o viu. 

O rapaz estava sentado numa pedra, o torso nu, tatuado — mas ela não chegou a fixar os olhos nos desenhos. O que a atraiu foi a postura dele: confiante, à vontade com o próprio corpo, como se o mundo ali em volta existisse apenas para tocá-lo de leve, como o vento tocava seus cabelos escuros. Ele percebeu o olhar dela. Sorriu.

Imagem meramente ilustrativa

Helena desviou os olhos, mas o corpo dela já tinha sido tocado por algo que não podia ignorar. Quando voltou a encará-lo, ele já estava em pé, com o pau duro, vindo em sua direção com passos calmos, areia entre os dedos dos pés. Ela parou de andar. O coração acelerou.

— Boa tarde — ele disse, com um sorriso que carregava um tom de desafio.

— Boa tarde — respondeu, com a voz mais firme do que esperava.

— Você anda sozinha?

— Só um pouco... precisava pensar.

Ele assentiu, olhando direto nos olhos dela. Depois, deixou o olhar escorregar até os ombros nus da mulher, o decote discreto do vestido de verão. Não foi desrespeitoso. Foi... proposital.

— Bonita a luz do fim do dia, né? — ele comentou, olhando o mar.

— É — ela respondeu, sentindo o calor subir pelo corpo.

O silêncio entre eles não era desconfortável. Era denso. Carregado de significados não ditos.

O rapaz estendeu a mão para ela.

— Vem. Quero te mostrar um lugar.

Ela hesitou. Mas apenas por um segundo. Depois, deu a mão a ele.

Andaram por uma trilha curta entre pedras e arbustos baixos, até uma pequena faixa de areia escondida por uma formação rochosa. Ali, o barulho do mar parecia mais íntimo. O céu, mais próximo.

— Ninguém vem aqui — ele disse, baixinho. E então, chegou mais perto.

Ela podia sentir o cheiro do sal, do corpo dele recém-saído da água. O toque de seus dedos na cintura dela foi suave, mas firme. Ela não disse nada. Não precisava. Os olhos dela já tinham dito tudo quando o viu pela primeira vez.

Ele se aproximou, os lábios quase tocando os dela, como se perguntasse com o corpo o que não podia perguntar com palavras.

E ela respondeu da mesma forma.

Enquanto o céu escurecia aos poucos. Ela descia o leijo pelo pescoço dela, e continuou a descer, assim com desceu a parte de baixo do biquine. Agora, ao beijar os lábios da buceta dela, salgada do mar. Ela, mulher casada, ainda presa aos preconceitos não conseguiu chupar aquela rola enorme, mas ele, jovem e safado a beijou navamente em um abraço penetrante, socando a cabeça do pau onde o marido dela nunca foi. A areia colando nos corpos, o mar como trilha sonora. Ela esqueceu do mundo. Do tempo. De si mesma.

Quando a noite caiu por completo, os dois ainda estavam ali ainda, deitados sob o céu estrelado, a respiração dela ainda trêmula, o silêncio entre os dois agora tranquilo, satisfeito, mas a cabeça dela preocupada com o esposo que nem sentiu que poderia ser mãe novamente, dessa vez do jovem garanhão que gozara dentro dela. 

Ela, saiu correndo, pois já estava tarde, o leite escorria, pois era muito, mas que não impediria de ser mãe, algo que ela não mais queria. Mas, adoraria ter aquele corpo tatuado, com o pênis enorme sempre dando o que ela nunca imaginou ter.

Ela sabia que nada daquilo era certo. Mas também sabia — com todas as fibras do corpo — que era real.