Ele é:
Rei
Juiz
Defensor dos injustiçados
Senhor da lei divina
Orixá do merecimento
Na Umbanda, Xangô representa:
A justiça divina
O acerto de contas espiritual
O retorno das ações
O equilíbrio entre o certo e o errado
A autoridade moral
Xangô não pune por vingança —
Ele age pela lei, pela verdade e pelo merecimento.
Xangô atua fortemente na Linha da Justiça, sendo um dos sete Orixás principais da Umbanda.
Ele trabalha em:
Causas judiciais
Processos de injustiça
Demandas espirituais pesadas
Leis kármicas
Quebras de feitiços ligados à injustiça
Restabelecimento da verdade
Proteção contra calúnias e traições
Suas falanges atuam:
Nos tribunais espirituais
No ajuste kármico
No equilíbrio das relações humanas
Xangô trabalha muito próximo de:
Ogum (execução da lei)
Iansã (movimento das decisões)
Pretos-Velhos (sabedoria da justiça)
Elemento: Fogo e pedra
Cores:
Marrom
Vermelho
Branco
Símbolos:
Machado de duas lâminas (Oxê)
Pedras
Trovão
Balança da justiça (na Umbanda)
Ambiente de força:
Pedreiras
Montanhas
Cachoeiras fortes
Locais altos
Sempre devem ser feitas com orientação da casa espiritual, mas de forma geral:
Amalá (com quiabo)
Acarajé
Inhame cozido
Frutas
Milho cozido
Cachaça (em algumas casas)
Água
Marrom
Branca
Vermelha
Pedreiras
Próximo a pedras grandes
Cachoeiras de pedra
Jardins com rochas
Dia da semana: Quarta-feira
Data mais cultuada: 30 de setembro
Sincretismo:
São Jerônimo
São João Batista (em algumas linhas)
São Miguel Arcanjo (em outras)
Saudação:
“Kaô Kabiesilê, Xangô!”
(Significa algo como: “Salve o Rei da Justiça!”)
Xangô rege:
Processos judiciais
Questões de justiça
Verdade e caráter
Julgamentos
Liderança
Autoridade
Meritocracia
Ele favorece:
Quem age com honestidade
Quem luta por justiça
Quem não prejudica o próximo
Quem busca equilíbrio
Mas cobra:
Orgulho excessivo
Injustiças cometidas
Abuso de poder
Falta de caráter
Xangô ensina que:
Toda ação tem consequência
A justiça pode até tardar, mas não falha
A verdade sempre aparece
O poder precisa de responsabilidade