Cultura Polêmica
Livro sobre falsos profetas: Deuses, pátria demoníaca e putaria - Servos do diabo usam a palavra de Deus para o exército do inferno
Falas polêmicas, mas verdadeiras é o foco da obra
24/09/2026 11h20 Atualizada há 2 horas
Por: Opinião, crítica e análise

Sinopse: “Se realmente existir um Deus, ele terá que implorar pelo meu perdão.”

Frase escrita na parede de um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Hoje, devido aos falsos profetas que falam em nome de Deus, mas pregam os mandamentos do diabo, cada vez mais pessoas estão perdendo a fé. Algo muito preocupante e que já havia sido anunciado no Apocalipse.

Este livro fala sobre os falsos profetas que estão presentes nas mais diferentes religiões e sobre as contradições entre aquilo que dizem representar e os próprios princípios que afirmam defender. Se Deus é amor, como pode ser utilizado para justificar o ódio? Se Deus é vida, como seu nome pode ser empregado para defender a guerra, a violência e a morte? Jesus não era tarado, sexo não era o ponto central do seu discurso, já os falsos profetas só falam em estupro, sexualidade LGBTQIA+, mas ignoram escândalos de pedofilia nas igrejas, assédios, entre outros.

A igreja é uma das maiores forças de influência sobre a humanidade. Quando aqueles que dizem falar em nome de Deus se curvam ao poder político, ao dinheiro e aos interesses de governos, se curvam a Lúcifer, "quem fala de mais de Deus é porque na verdade é do capeta!", um verdadeiro servo de Deus é visto nas atitudes, falar até o papagaio fala. Já quem serve ao inimigo usa da mentira, falsidade, hipocrisia, entre outros pecados.

Não se trata de atacar a fé, mas de questionar aqueles que se apropriam dela. Não se trata de condenar religiões, mas de examinar o comportamento daqueles que utilizam o nome de Deus para obter poder, dinheiro, influência ou controle sobre outras pessoas.

A fé não deveria precisar de medo para existir. Deus não deveria precisar do ódio para ser defendido. E aqueles que verdadeiramente falam em Seu nome não deveriam transformar o sagrado em instrumento de dominação.

Venda do livro físico: Clique Aqui

Venda do livro digital: Ainda não foi lançado em E-book

Sobre o autor - Michel Hajime

Fui abusado sexualmente aos 16 anos dentro de uma emissora de televisão por um segurança saindo da gravação de uma novela quando era figurante, na semana do meu aniversário de 17 anos um produtor me ofereceu trabalho em troca de sexo e se masturbou na minha dentro do camim, durante a produção de uma novela famosa.

Passei por uma possível tentativa de “cura gay”, sofri ameaças de morte e agressões, presenciei casos de racismo, gordofobia, entre outras violências. Tentei suicídio mais de uma vez. Fui parar no CAPS após ser diagnosticado com crise de pânico. Todos os meus casos foram negligenciados, mesmo após cobranças ao poder público.

Nunca imaginei que essa patologia fosse tão cruel. Cheguei a ter feridas que ficaram na carne viva. Antes, se outra pessoa tivesse, eu falaria que era “mimimi”, até viver na própria pele. Embora todas as crueldades que sofri, não desejo isso nem para o meu pior inimigo.

Hoje, luto contra tudo pelo que passei. Mesmo tendo sido coagido, perseguido e até estar sendo ameaçado de morte, nunca deixarei de lutar, principalmente pelas crianças inocentes (se eu que fui abusado na nadolecência me doí muito, imagina uma criança). Podem até me matar, mas morro como homem — muito mais homem do que aqueles que fazem discursos moralistas, mas defendem o indefensável.

Hoje, a maior dor como gay é ver a homossexualidade ligada ao abuso infantil, quando a maior parte dos casos de abuso é heterossexual (principamente entre familiares). Soma-se a isso a dor de ser agredido por homens casados que se relacionam com outros homens, mas, para disfarçar, agem de forma homofóbica e usam a religião para se esconder.

Creio em Deus e sei da importância da religião. Porém, hoje, muitas pessoas que nunca foram de Deus usam a religiosidade como disfarce para seus crimes e perversões. Ainda assim, sei que do nosso Pai nada se esconde. Neste mundo tomado por pessoas imundas, nada passa despercebido aos olhos do Nosso Pai Celestial. E, mesmo sofrendo tudo isso, Ele saberá que, embora eu tenha me tornado uma vítima da sociedade — discurso que até descobrir que estava em crise de pânico eu abominava —, eu não me rendi e sigo lutando pelo que Deus realmente prega: Amor, Caridade e Respeito.