Mesmo o povo brasileiro tendo decidido, no Referendo de 2005, que não era a favor do desarmamento, a esquerda (que dominava o cenário político) acabou fazendo prevalecer o Estatuto do Desarmamento sob o argumento de que o Estado está preocupado com a segurança da população e que somente ele (o Estado) pode ter o monopólio da força. Essa ideia parece ser boa, mas, só parece. Ela é extremamente falsa.
A história mundial nos mostra que todos os governos que desarmaram a população se tiranizaram e acabaram por ditar todas as regras que essa mesma população deve obedecer. Inclusive, ouvimos os políticos de esquerda (e a imprensa replica esse dado) informando que se um meliante entrar na sua residência o melhor que você pode fazer é não reagir e, após o ladrão ir embora você deve ligar para a polícia. Até a própria polícia repete esse mantra à exaustão.
Acontece que esse de terceirizar a sua defesa e a defesa da sua família para os agentes estatais é um ato covarde. A conversa fiada de que só quem é da polícia que pode portar uma arma é tudo o que o estatistas querem que creiamos. A realidade é que se um bandido souber que o cidadão está armado ele vai pensar duas vezes antes de tentar espoliar a pessoa. É fato notório que, nos Estados Unidos, toda casa que tem uma bandeira americana hasteada dá a entender que ali residem patriotas republicanos e, por esse motivo, há um sério indício de que nessa casa há alguém armado. E adivinhem: elas são muito menos assaltadas do que as casas que não têm uma bandeira americana hasteada.
Não podemos aceitar a covardia como sendo uma virtude. Uma coisa é confiar em políticas públicas para a segurança geral da população e, outra coisa bem diferente, é acreditar que não podemos ter armas e nos aprimorarmos no seu uso para defendermos a nossa família.
Essa covardia comunista tem de ter fim. O cidadão deve ter e portar uma arma. Se um bandido invadir nossas casas ele não merece menos do que um tiro.