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Maior geração de empregos do país está na construção civil

Mesmo durante a pandemia, setor foi o que mais gerou postos de trabalho e contratou profissionais. O Grupo A.Yoshii prevê abrir quase 800 vagas em 2021

Por: Jornalismo Fonte: Assessoria
10/05/2021 às 16h29
Maior geração de empregos do país está na construção civil
Gilson Abreu/AEN

Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia indicam um aumento substancial na criação de empregos na construção civil. No primeiro trimestre de 2021, o crescimento chegou a 264%, em comparação ao mesmo período do ano passado. No acumulado, foram 111.987 novos postos gerados no setor, contra 42.092 nos três meses iniciais de 2020. Com este saldo positivo, a construção civil reforça sua importância no processo de retomada econômica do Brasil, principalmente em um ano de crise causada pela pandemia da Covid 19.

 

Em janeiro, foram registrados 43.498 novos empregos com carteira assinada, número superior aos 34.594 do mesmo mês em 2020. “A construção civil é um setor de extrema relevância para a nossa economia, por ser um dos segmentos que mais geram empregos e riqueza no País”, avalia o gerente de pessoas do Grupo A.Yoshii, Márcio Handa.

 

Somente neste ano, o Grupo, que tem mais de 55 anos de história, prevê abrir mais de 795 vagas, entre diretas e indiretas. O maior número está na unidade de Campinas (SP), com 200 postos, seguido de Curitiba (PR), com 150, Londrina (PR), com 125 vagas, e Maringá, também com 125.

 

A Yticon Construção e Incorporação, braço da A.Yoshii que realiza empreendimentos econômicos em regiões de potencial valorização no Paraná e no interior de São Paulo, responde por 195 dessas vagas anunciadas.

 

“As posições que temos hoje são para todos os níveis e ambientes, desde engenharia e setor administrativo, como finanças e RH, até a área operacional para os projetos em execução”, revela Handa. “E como diferencial trabalhamos fortemente na capacitação desses profissionais”, destaca.

 

Oportunidades em meio à crise

 

Quando saiu do emprego em dezembro do ano passado, a engenheira civil Juliana Janowski Zandoná pensou em abrir o próprio negócio. Mas a possibilidade de disputar uma vaga na A.Yoshii, em Curitiba, fez com que a engenheira civil reavaliasse seus planos. Após um processo seletivo realizado em duas semanas, ela foi contratada pela empresa e já está na ativa. “Estava há pouco mais de um mês desempregada e, desde fevereiro, estou no mercado novamente. Atuo na área de Assistência Técnica e faço, também, a entrega das obras em Curitiba”, diz. “E estou muito feliz, pois a A.Yoshii é uma marca muito respeitada no mercado e trabalhar na corporação vem ao encontro do que eu almejava para a minha carreira”, completa.

 

Outro profissional contratado recentemente foi Gilliard Bezerra Forte, que assumiu o cargo de administrativo de obras do empreendimento Legend, em Campinas (SP). “No projeto que me foi apresentado pela construtora, vi que também poderia crescer profissionalmente, mesmo em meio a uma pandemia. Foi uma grande oportunidade que recebi e que espero corresponder”, avalia. No período da contratação de Gilliard, juntamente com a vaga de administrativo de obras, foram abertos outros postos de trabalho, para funções como servente de pedreiro, carpinteiro e almoxarife.

 

Na avaliação de Handa, o setor da construção civil tem se fortalecido e se profissionalizado a cada dia. Para ele, além da geração dos empregos diretos, os impactos se refletem em uma extensa cadeia produtiva que inclui fornecedores de materiais, prestadores de serviços, instituições financeiras, entre outros.

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