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O TRABALHADOR SÓ ENRIQUECE SE HOUVER O LIVRE COMÉRCIO

DIREITA CRÍTICA

Por: Redação
29/03/2021 às 14h43 Atualizada em 01/04/2021 às 13h26

O TRABALHADOR SÓ ENRIQUECE SE HOUVER O LIVRE COMÉRCIO

 

Desde as primeiras aulas de história do mundo, quando os professores esquerdistas nos ensinam sobre a Revolução Industrial, a narrativa que nos é empurrada “goela abaixo” dá conta de, na era pré revolução industrial, as pessoas viviam confortavelmente na área rural e, quando chegou a mentalidade capitalista foram forçadas a trabalharem nas fábricas, sendo que o capitalismo fez com que as donas de casa tivessem de abandonar seus filhos e seus lares para trabalhar como escravas nas empresas.

 

A verdade, nua e crua, é que houve mesmo uma transferência da mão de obra do campo para a cidade, onde as pessoas (inclusive as mulheres) iam trabalhar nas fábricas pelo simples fato de que o salário que recebiam na área urbana era muito maior do que aquele que auferiam na área rural. A escolha pelo trabalho nas fábricas foi sopesada entre as opções que as pessoas da época tinham, ou seja, se não fossem trabalhar na indústria passariam fome ou se tornariam mendigas, ou, até mesmo, teriam de se tornar criminosas para manter o próprio sustento.

 

A impressão que os livros de história nos passa é que foram os capitalistas que obrigaram as pessoas a deixarem o campo para trabalhar nas fábricas. Acontece que os capitalistas não tinham nenhum poder especial para obrigar as pessoas a deixar suas casas na área rural e migrar para as cidades. O que os capitalistas fizeram foi salvar famílias inteiras da fome e da indigência, haja vista que o trabalho no campo, simplesmente, não bastava para dar às famílias uma vida digna.

 

Com o desenvolvimento do livre mercado ocorreu um aumento dos rendimentos dos empregados e, quanto mais qualificação os trabalhadores adquiriam, quanto mais experiência, quanto mais educação, eles se tornavam de maior valia para os capitalistas, que tinham de pagar maiores salários para fazer frente à natural concorrência do mercado para atrair os trabalhadores qualificado.

 

Mas não é só! O livre mercado é capaz de proporcionar aos empregados não somente salários mais altos, como, também, produtos mais baratos, em maior quantidade e de qualidade superior. E isso é algo que os socialistas não entendem: não é só o aumento do salário que dá ao trabalhador o poder de compra, mas, também, a redução dos preços. Quanto menos custar um produto, mais o consumidor é beneficiado com o aumento do seu poder de compra e, portanto, há sensível melhora do padrão de vida de toda a sociedade. O trabalhador de uma indústria é consumidor de todas as demais indústrias.

 

Não há nada no mundo que beneficia mais o trabalhador do que o livre mercado. Produtos que antigamente eram consumidos somente pelos ricos, em uma sociedade de livre mercado, passa a ser consumido por todos. E isso é a roda que faz a economia girar e produz a riqueza intrínseca a uma economia de mercado.

 

De igual forma, o livre mercado ao proporcionar maior produtividade foi capaz de fazer com que a jornada de trabalho fosse reduzida. Quanto mais o trabalhador é produtivo menos ele precisa trabalhar. Ao contrário do que se possa imaginar, não é o direito positivado que proporciona menos horas de trabalho para o trabalhador, mas, sim, uma produtividade maior que gera um salário maior e diminui o preço dos produtos no mercado. Se a diminuição da carga horária for imposta pelo Governo, isso significa desemprego. E podem acreditar que as pessoas preferem trabalhar mais do que ficar desempregadas, a menos que suas mentes estejam tomadas pela doença “esquerdopática”.

 

Seguindo o mesmo raciocínio, foi o livre mercado que enxergou que para atrair os trabalhadores para desempenhar trabalhos perigosos ou insalubres deveriam pagar um salário maior com uma diferença compensatória. Os capitalistas, não é de hoje, entenderam que os trabalhos de risco precisam ser melhor remunerados, ou não teriam quem ocupasse as vagas de empregos disponibilizadas. Por outro lado, como os acidentes com os empregados causam um enorme desajuste na atividade empresarial, de há muito os empregadores se preocupam em deixar o local de trabalho cada vez mais seguro. É uma lenda o que nos contam que se não fosse as regulamentações dos Governos os trabalhadores, no livre mercado, seriam todos escravos trabalhando em condições insalubres. Se o empregador não se preocupasse com o empregado por uma questão moral (o que se admite por amor ao argumento) se preocuparia com a saúde de seus empregados por uma questão econômica. Simples assim.

 

A grande maioria dos sindicatos só consegue beneficiar, de verdade, os seus dirigentes que são altamente remunerados. O que os sindicatos provocam com seus lobbys, greves, ameaças de paralisações, são, por evidência, mais desemprego. Não há conquista que qualquer sindicato se gabe de ser o autor que não tenha gerado desemprego subsequente. A riqueza do trabalhador não vem de regras governamentais e pressões sindicais, mas, sim, da maior produtividade e lucratividade do mercado no qual o empregado está inserido.

 

Portanto, somente o livre mercado é capaz de produzir riqueza que torne o trabalhador livre e senhor do seu próprio destino. O positivismo e o sindicalismo deixarão o trabalhador sempre escravo do Estado e dos Sindicatos, que primam em mentir para manter os seus poderes de influência e se fazerem de indispensáveis no seio social. Só que os únicos indispensáveis são os patrões e os empregados que devem se entender sobre o que é melhor para ambos.

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