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A LIBERDADE MORREU DE COVID

DIREITA CRÍTICA

Por: Redação
07/06/2021 às 09h58
A LIBERDADE MORREU DE COVID

Qualquer presidente dos Estados Unidos é venerado como o “líder do mundo livre”. Na última eleição Americana esse título parece ter ficado vago. Não há nada a comemorar com a eleição de Joe Biden, assim como não há fundamento para lhe atribuir a liderança do mundo livre. 

 

Essa expressão (Mundo Livre) foi cunhada para descrever os países que foram vencedores da Segunda Grande Guerra Mundial que faziam frente à União Soviética durante toda a Guerra Fria. Logicamente, os Estados Unidos surgiram como o líder do Mundo Livre, onde havia a liberdade de todos os matizes (de imprensa, de reunião, de associação, etc...). Obviamente sob o regime comunista não existia nenhuma liberdade.

 

Com a chegada da pandemia da Covid-19, o que se viu foram os estados tidos como líderes do mundo livre, inclusive os EUA, cometendo tiranias de toda a ordem, sendo que os mesmos países que formaram o bloco para combater a União Soviética durante a Guerra Fria forçaram seus cidadãos a obedecer a ordens tirânicas sem ter de disparar um único tiro. Esse período mostrou que, mesmo dentro dos regimes tidos como capitalistas, a tirania estava escondida em algum lugar esperando o momento certo de aparecer e fazer com que o povo fosse submetido à vontade de alguns políticos.

 

Não seria crível, há 2 anos, se dizer que se uma pessoa fosse protestar em Washington D.C., seria interpretada como terrorista que está espalhando a morte pelo simples fato de não portar uma máscara cirúrgica. Por essas e por outras razões é que John Adams disse: “A liberdade, uma vez perdida, está perdida para sempre.”

 

O interessante é que os cidadãos da Rússia e da China estão experimentando mais liberdade do que os norte-americanos que fazem parte do Mundo Livre. Que Mundo Livre é esse onde não se pode sair de casa sem a permissão do governo e não pode andar nas ruas senão em horários permitidos pelo governo?

 

O Mundo Livre adoeceu e morreu de Covid-19. É evidente que a esperança nos movimenta no sentido de que ainda haveremos de recuperar nossa liberdade. Todavia, isso se dará à custa de muito sangue, suor e lágrimas. O mundo livre que vemos nos livros de história teve o seu fim com a pandemia de Covid. Tomara que em algumas dezenas de anos nossos filhos e netos possam recuperar a liberdade que perdemos por sermos incompetentes na luta para nos manter em um mundo livre e achar que o Estado Gigante era bonitinho e necessário.

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