Não seria nenhum exagero dizer que, desde a Revolução Francesa, a esquerda tem sido a fonte de praticamente todas as perversidades políticas, e continua sendo até hoje.
Durante toda a história da humanidade muitas maldades foram praticadas. Todavia, se contarmos todas as mortes que foram realizadas pela Inquisição, não se chegará ao número de mortes que os regimes comunistas praticaram um uma tarde normal de “trabalho”.
A esquerdista Revolução Francesa foi o ápice da loucura, quando até estátuas de santos foram guilhotinadas. Na França revolucionária, qualquer fato praticado por aqueles que se portavam contra as ideias defendidas pela revolução era punido com a morte. Essas pessoas cometiam “crimes graves” como, por exemplo, possuir um rosário ou se recusarem a abdicar do sacerdócio e da prática de cultos religiosos.
A intenção de todo esquerdista é que o Estado seja gigante e que o povo seja aterrorizado até sua total submissão ao Leviatã paquidérmico que somente sobrevive do roubo de parte da produção dos indivíduos. É por isso que a esquerda defende um governo central ao invés de dar o poder ao indivíduo e, da mesma forma, prefere sindicatos em detrimento do poder dado ao chefe de família.
Ao contrário da esquerda encolerizada, a direita defende a vida, a liberdade e a propriedade privada, de modo que os valores tradicionais sejam mantidos (desde que eles se amoldem à ética universal), insistindo que cada ser humano é singular e não pode ser tratado como se fosse uniforme.
É por isso que nas Universidades e nas Escolas vemos, cada vez mais, professores e alunos mais iguais, haja vista que os que pensam de forma diferente são, simplesmente, afastados do ambiente escolar. Nossas Universidades estão aparelhadas para formar “progressistas”, sendo que os conservadores são, de forma especial, riscados do mapa acadêmico.
Muitos professores e alunos têm sua reputação assassinada diante de um quadro mórbido de uma comunidade acadêmica que é papagaio dos ensinamentos da esquerda e não aceita entendimento diverso. Isso só vai mudar com uma revolução que vá de fora para dentro das universidades, pois, caso contrário, estaremos fadados a ter muitas gerações de intelectuais que nada mais são do que propagadores das ideias comunistas.