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Moradores de São Paulo podem acessar gratuitamente mais de 130 cursos pela plataforma curitibana Kultivi

Com mais de 5 mil aulas online e gratuitas, a Kultivi é uma alternativa acessível para quem vive em São Paulo e busca qualificação em idiomas, empreendedorismo, ENEM, OAB e outras áreas

Por: Opinião, crítica e análise
10/06/2025 às 01h39
Moradores de São Paulo podem acessar gratuitamente mais de 130 cursos pela plataforma curitibana Kultivi
Foto: Assessoria

Kultivi surgiu para democratizar conhecimento de idiomas, empreendedorismo e para exames; instituição conta com aproximadamente 40 mil acessos diários em seus 134 cursos gratuitos, que somam mais de 5 mil aulas. Um estudo da PwC mostra que a economia compartilhada deverá movimentar mundialmente US$ 335 bilhões em 2025 – o número é 20 vezes maior do que o obtido em 2014, quando o segmento foi responsável por US$ 15 bilhões. Parte desse valor estará nas grandes empresas de economia colaborativa, como o Airbnb e a 99, mas também em novos negócios, caso da curitibana Kultivi (www.kultivi.com), uma plataforma de ensino gratuita, que conta com 134 cursos em diferentes áreas, como idiomas, empreendedorismo, medicina, ENEM e OAB – ao todo, soma mais de 5 mil aulas distintas.

“Após 8 anos no mercado de edição de material didático e cursos preparatórios para concursos, observamos que o modelo de negócios predominante – com os usuários pagando pelos cursos – estava perdendo fôlego. Desse insight, surgiu a ideia de buscar um novo modelo, no qual os usuários contassem com conteúdo de primeira, mas sem a necessidade de pagamento”, afirma Cláudio Matos, um dos sócios da Kultivi, ao lado dos empresários Ricardo Pydd, Emir Conceição e Carlos Siaudzionis.

A Kultivi estima que cerca de 15 milhões de pessoas já conheceram seus serviços. Hoje, 4,8 milhões de alunos estão cadastrados na plataforma. A empresa conta também com 645 mil inscritos no canal de YouTube – com avaliações positivas em mais de 99% das aulas. Por dia, a audiência segue com média de 40 mil usuários, somando acessos via site, aplicativo e canal no YouTube.

“Na plataforma, a maioria dos usuários busca cursos de idiomas, especialmente o inglês”, diz Matos. Uma pesquisa da Catho apontou que somente 5% dos brasileiros falam um segundo idioma, sendo que menos de 3% – o equivalente a 1,5 milhão de pessoas – têm proficiência na língua. Com o domínio de um segundo idioma, o aumento do salário pode chegar a 52%, segundo o levantamento da companhia.

Até o último mês de abril, a Kultivi contava com 2.265.000 alunos no curso principal de inglês, que oferece 225 aulas e materiais de apoio, e 156.000 alunos no curso de inglês 2.0. Os cursos de francês e italiano também seguem ativos: o primeiro conta com 76 aulas e 436.000 alunos, enquanto o curso italiano básico soma 37 aulas e 170.000 alunos, e o curso italiano completo (básico ao avançado) reúne 82 aulas e 82.000 alunos.

Outro perfil que busca o conteúdo é o de estudantes interessados em realizar provas de exames, como o Enem ou a OAB. “Logo em seguida, aparecem os alunos buscando conteúdo para o Enem. No YouTube, a maioria dos usuários é de estudantes universitários, especialmente de Direito, que buscam as aulas em época de provas e exames para revisar os assuntos”, relata Matos.

Empreendedorismo

Uma das novidades recentes da plataforma são as formações específicas para a área de negócios, especialmente o empreendedorismo. A criação e a sobrevivência de novos negócios podem contribuir para que a economia dê o salto de crescimento esperado para os próximos anos. “Se as pessoas tiverem um mínimo de conhecimento técnico para gerir seus empreendimentos, a vida de todos tende a melhorar muito nos próximos anos”, projeta Cláudio Matos.

De 2007 a 2023, o número de empreendedores no Brasil cresceu significativamente: saltando de 14,6 milhões para cerca de 90 milhões de pessoas com algum envolvimento com empreendedorismo, segundo o Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado em parceria com o Sebrae.

Como é possível gerar conteúdo de forma gratuita para os estudantes?

A lógica de funcionamento é simples. A plataforma é mantida pela venda de espaços publicitários para marcas parceiras que acreditam no projeto, além da captação de recursos na iniciativa privada. “São empresas que querem desenvolver educação de qualidade no Brasil e atrelar sua marca a esse projeto”, explica o sócio da Kultivi.

Entre os professores, encontram-se aqueles com experiência em instituições de ensino públicas e privadas, com titulações elevadas, como mestres e doutores, assim como jovens educadores com uma didática mais dinâmica, especialmente para os cursos preparatórios para os exames.

Para mais informações, acesse o site www.kultivi.com.

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