2013 a 2016: Roberto Pupin (PP) atuou como vice de Silvio Barros e assumiu a prefeitura em 2016 após o fim do segundo mandato de Barros.
2017 a 2024: Ulisses Maia (PDT/PSD), eleito em 2016 e reeleito em 2020, governou Maringá e foi responsável por concluir e inaugurar oficialmente o terminal intermodal em 2020.
1º de janeiro de 2025: Silvio Barros reassumiu a prefeitura, já tendo governado entre 2005–2012, tornando-se, assim, prefeito pela terceira vez (não consecutiva).
Portanto, o terminal intermodal foi efetivamente iniciado sob Pupin e formalmente concluído sob Maia. Agora, retornando ao poder, Barros encontra uma obra entregue, mas ainda com pendências operacionais.
As obras começaram em 2016 – na gestão de Pupin, com projetos idealizados ainda no mandato anterior (gestão Barros).
Após CPI e correções, o térreo foi inaugurado em 28 de fevereiro de 2020 e entrou em operação em 1º de março de 2020, sob gestão de Ulisses Maia.
O segundo piso, com lojas e praça de alimentação, foi liberado fisicamente, mas nunca iniciou funcionamento, aguardando licitação que, até hoje, não se concretizou.
A licitação para concessão das lojas e operação da praça de alimentação *ainda está em aberto, sem prazo definido.
Consequências? Espaço vazio e sem uso público desde 2020, configurando descompasso entre entrega física e operação efetiva — frutos de planejamento incompleto e falta de execução integral.
Ele retorna em um contexto diferente: prefeitura com contas mais equilibradas e avanços nas áreas sociais promovidos por Ulisses Maia, como saúde, cultura e valorização do servidor público.
Entretanto, críticos da família Barros no Reddit apontam que sua gestão anterior deixou “obras faraônicas sem terminar” e escândalos envolvendo recursos e desapropriações — incluindo processos por improbidade administrativa.
O terminal ficou grandioso no papel — mas incompleto na prática. Um investimento público de cerca de R$ 65 milhões foi materializado parcialmente, com promessas que não se concretizaram. Os usuários têm acesso ao térreo, mas o segundo piso está subutilizado há mais de meia década.
A gestão de Ulisses Maia agiu para concluir e inaugurar a obra, mas deixou de lado a operação plena do espaço.
Agora, com Silvio Barros de volta, cabe questionar: restaurará o sonho original ou deixará o terminal como símbolo de outra promessa frustada?
Obras como essa tornam-se monumentos vazios se não funcionam por completo. O poder público precisa garantir não apenas a construção, mas a execução total e sustentável de suas iniciativas.
A cidade merece funcionalidade — não apenas paredes. Que o ano de 2025 seja o que, finalmente, traga o terminal inteiro para a comunidade.
O novo governo de Barros tem a oportunidade — ou o risco — de transformar um legado inacabado em um ato de gestão eficiente ou deixar mais uma pendência para as próximas gestões.

Veja também: O Terminal Intermodal de Maringá tornou-se um espaço inseguro, marcado por conflitos, uso de drogas, sexo nos banheiros e acidentes com pedestres. O ambiente afasta usuários legítimos e levanta a necessidade de restringir o acesso apenas a pagantes - Clique Aqui e Leia Mais Sobre

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