
Resumo
O palhaço já foi símbolo de inocência, fantasia e encantamento. Durante décadas, ocupou um lugar privilegiado no imaginário infantil, levando alegria a circos, festas e programas de televisão. Mas algo mudou. Aos poucos, essa figura passou a despertar desconfiança, desconforto e, para muitos, um medo quase irracional.
A Morte da Alegria Mergulha nessa transformação para responder a uma pergunta inquietante: por que o palhaço deixou de representar felicidade para se tornar, em tantos casos, um ícone do terror?
A partir da análise da comunicação, da publicidade, da cultura popular e da cobertura jornalística, a obra investiga como campanhas de marketing, filmes, notícias, lendas urbanas e disputas empresariais contribuíram para modificar a percepção coletiva sobre essa figura centenária. Entre estratégias de comunicação e o poder das emoções, o medo passa a ocupar um espaço antes reservado ao riso.
Mais do que contar a história de um personagem, este livro revela como o medo pode ser construído, amplificado e utilizado como ferramenta de comunicação, influenciando comportamentos, transformando símbolos culturais e até colocando em risco uma das mais tradicionais artes do entretenimento: o circo.
Uma investigação que desafia certezas e convida o leitor a enxergar o palhaço — e o próprio medo — por uma perspectiva completamente diferente.