
Em plena pandemia se aglomerar, é tentativa de suicídio coletivo. O fato aconteceu na cidade de Maringá -PR, após uma flexibilização no decreto municipal feito pela prefeitura, após muitas cobranças, e assim, foi feito. Mas, como sempre, brasileiro confunde LIBERDADE com LIBERTINAGEM. A aglomeração foi registrada na Avenida Petrônio Portela, já com tradição de bagunça e algazarra. As imagens que circulam nas redes sociais foram gravadas na quinta-feira (15), na frente dos bares localizados na região.
Em nota, uma das empresas diz ter chamado força policial (mas continuou aberto), apenas, fechou mais cedo do que determinado no decreto, afirma.
Vale lembrar, que mesmo fechando mais cedo, o ato é catastrófico, uma vez que o vírus se dissemina rapidamente, então, os que tinha o Coronavírus, mesmo que indetectável, contaminaram os que não tinham e estavam no local.
Isso sem falar, que muitos ainda levam o vírus para a casa: avós, pais e outros familiares podem vir a se contaminar (neste caso, já não seria suicídio, mas, assassinato). Isso sem falar que esses que "ganham" o Coronavírus as vezes, durante todo o isolamento social nunca saíram de casa, para zelar com a vida. Mas no Brasil é assim, na maioria da vezes, o PRECAVIDO morre por culpa do IRRESPONSÁVEL.
Ainda no comunicado, bar afirmou que não compactuou com o fato, tentando dialogar com os clientes, maioria jovens. E que também tentou impedir a aglomeração na calçada.
Vale lembrar também, que nesse momento de pandemia, com decretos e mais decretos. O empresário tem um grande reflexo, isso na economia, atinge a todos. Uma vez que o dinheiro para de circular e com efeito dominó, as demissões. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o número de pessoas desempregadas teve um recorde de 14,3 milhões, em comparação com o ano passado, onde era de 11,9 milhões.
E em um caso como esse, uma empresa dessa, prejudica outras que trabalham de maneira séria, responsável, em busca do lucro de sua família, da família de todos que dependem dela (como: funcionários, diretos e indiretos, prestadores de serviços, terceirizados e etc.), mas, sem desrespeitar também A VIDA! No Brasil, é quase sempre assim, o INOCENTE, sempre, paga pelo CULPADO!