Moradora do Conjunto Thaís, Ana Luiza Balisque, despertou interesse pelo crochê ao ver a mãe e a avó produzirem o artesanato que tem como processo de criação a utilização agulhas específicas, barbante, lã, fio de algodão ou seda. “Achei muito legal a iniciativa. Sempre tive vontade de aprender, mas tenho dificuldade com a atividade manual. Além de ser um desafio pessoal, vi no crochê uma oportunidade de ter uma ligação maior com minha mãe e minha vó”, conta.