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Falha na Lei Felca - Parte 1: Criadores de conteúdo burlam o algorítimo e postam cenas de sexo, pênis e similares

Órgãos genitáis mostrados por espelhos, reflexos, sombras e similares. Instagram ainda pode ser acessado por menores de idade

Por: Opinião, crítica e análise
12/04/2026 às 22h00 Atualizada em 13/04/2026 às 04h05

A chamada “Lei Felca” surgiu com o objetivo de aumentar o controle sobre o acesso a conteúdos adultos na internet, exigindo, por exemplo, mecanismos de verificação de idade em sites especializados. Na prática, isso representa um avanço importante na tentativa de proteger menores de idade de materiais inadequados.

Foto: Show do Marco Live in Europe 2025 - Cantor de Kilt (saia escocesa/masculina) se abaixa e órgão genital aparece, pois na Escócia homens não devem usar cuecas com Kilt, com isso o pênis apareceu e o Instagram reproduz sem nenhum tipo de censura. O vídeo já foi repostado e compartilhado em diversos perfis.

. No entanto, essa mesma preocupação não parece ser aplicada de forma consistente em outras plataformas amplamente utilizadas por jovens, como o Instagram. De acordo com as regras oficiais, usuários a partir dos 16 anos podem ter conta na rede social. Ainda assim, o ambiente não está isento da presença de conteúdos de natureza adulta.

Ao virar rapidamente o celular (que é feito de forma proposital), é possível ver pelo reflexo da televisão desligada que o influencer francês está fazendo sexo enquanto fala no vídeo

O problema se agrava quando consideramos que grande parte desse material não é produzido no Brasil. Criadores estrangeiros frequentemente publicam conteúdos com apelo sexual que, embora possam respeitar as diretrizes locais de seus países, acabam sendo facilmente acessíveis por usuários brasileiros — inclusive menores de idade.

Dessa forma, cria-se uma contradição evidente: enquanto sites adultos são obrigados a reforçar mecanismos de verificação, redes sociais de grande alcance continuam funcionando como portas indiretas para esse tipo de conteúdo, sem o mesmo nível de controle.

Ator pornô americano famoso mostra o pênis no reflexo da televisão ao ser desligada - Gravou várias vezes no Brasil e tem um púplico de fãs brasileiros muito alto

Essa inconsistência levanta um questionamento importante: a legislação atual está realmente acompanhando a dinâmica das plataformas digitais? Ou estaria focada apenas em um tipo específico de site, ignorando onde o consumo de conteúdo efetivamente acontece hoje?

Em um cenário cada vez mais globalizado e digital, qualquer tentativa de regulação precisa considerar não apenas a origem do conteúdo, mas principalmente sua acessibilidade. Caso contrário, leis bem-intencionadas correm o risco de se tornarem ineficazes na prática.

Ator pornô brasileiro tem diversos vídeos impróprios no Instagram, foi denunciado por diversos casos e não deu em nada... Além de ter debochado de Felca, criador da Lei em defesa de crinaças:

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Repensando a Lei Felca

Instagram - Lugar de anonimato, falsidade ideológica usada para crimes como: Racismo, homofobia, intolerância religiosa, gordofobia, etc

O Instagram se consolidou como uma das principais redes sociais do mundo, mas junto com sua popularidade veio um problema crescente: o uso de perfis falsos para a prática de crimes como racismo, homofobia, intolerância religiosa e gordofobia.

O aparente anonimato oferecido pela plataforma facilita esse tipo de comportamento. Usuários se escondem atrás de contas falsas ou pouco verificadas, criando um ambiente onde o discurso de ódio se espalha com mais facilidade e, muitas vezes, com sensação de impunidade.

Diante disso, surge uma proposta polêmica: restringir a criação de contas a um CPF ou CNPJ válido. Em teoria, essa medida aumentaria a responsabilização, dificultando a criação de perfis anônimos usados exclusivamente para ataques e crimes virtuais.

Por outro lado, essa solução levanta preocupações importantes. A exigência de identificação pode afetar a privacidade dos usuários e até colocar em risco pessoas que dependem do anonimato para se expressar, como denunciantes ou membros de grupos vulneráveis.

A questão, portanto, não é simples. Mais do que restringir o acesso, o desafio está em encontrar um equilíbrio entre liberdade de expressão, privacidade e responsabilização. Sem isso, qualquer solução corre o risco de resolver um problema enquanto cria outros.

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Veja mais casos encontrados no Instagram:

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