Denúncia Há 12 meses
Pornografia em Locais Públicos, Direção Perigosa e Menores Invisíveis: A Indústria Pornô que Quebra Leis e Usa Marcas de Forma Ilegal
Em um cenário onde as fronteiras entre conteúdo adulto, redes sociais e fetichização do cotidiano parecem cada vez mais tênues, uma nova tendência chama atenção — e causa indignação: atores e atrizes pornôs estão se apropriando da marca Uber para gravar e vender cenas de sexo explícito, muitas vezes em locais públicos, usando como pano de fundo a narrativa do “motorista de aplicativo”.
Crime sob crime Há 12 meses
Plataforma de jogos online Reblox baniu e ameaçou processar um caçador de pedofilos
A Roblox Corporation, uma das maiores plataformas de jogos online do mundo, acaba de se ver no centro de uma tempestade ética, legal e moral. A empresa enviou uma notificação de cease and desist (ordem de cessação de atividades) e baniu o YouTuber Schlep, conhecido por investigar e expor predadores sexuais que atuam dentro do universo do Roblox — muitas vezes com consequências criminais reais. A decisão da empresa provocou revolta imediata na comunidade, repercussão na imprensa internacional e agora virou alvo de um processo do Estado da Louisiana por falhas sistemáticas na proteção de menores. Mas o que está realmente em jogo aqui? A integridade de uma plataforma ou a liberdade de quem tenta protegê-la?
Veja o vídeo: Há 1 ano
Policial suicida: sem colete à prova de bala, policial militar mata policial civil por engano
O vídeo da câmera corporal do policial militar da ROTA, Marcus Augusto Costa Mendes, que matou o policial civil Rafael Moura, de 38 anos, na última sexta-feira (11), escancara mais do que um erro trágico: revela o caos, o despreparo e a cultura de arrogância que ainda imperam nas forças de segurança pública no Brasil.
Bandidos de farda?! Há 1 ano
Abordagem ou abuso? Policiais estão cada vez mais entre a linha tênue entre a lei e a violação de direitos
Uma cena gravada por câmeras de segurança na cidade de Serra, no Espírito Santo, ganhou o país nos últimos dias. O vídeo mostra uma jovem sendo submetida a uma revista vexatória por um policial militar: ela é obrigada a levantar sua saia repetidas vezes, girar o corpo em círculos e, por fim, tem suas nádegas apalpadas pelo agente — tudo isso em via pública, sob o olhar de outros policiais e cidadãos abordados. O flagrante, ocorrido na madrugada de 11 de maio, só veio à tona recentemente, mas causou imediata indignação nas redes sociais e reacendeu um debate urgente: até que ponto a polícia pode ir em uma abordagem? E quando a atuação ultrapassa o limite da legalidade e entra no campo do abuso?